Pontos-chave
- The Graph transforma dados de rede em entidades que podem ser consultadas com GraphQL.
- Um subgraph define quais eventos são indexados e como os resultados são organizados.
- A aplicação precisa prever atrasos de indexação e mudanças no esquema.
O que é The Graph?
The Graph fornece ferramentas e infraestrutura para indexar dados blockchain e consultá-los por meio de GraphQL. Um subgraph define como transformar informações de uma rede em entidades que uma aplicação pode consultar. Isso facilita históricos, filtros e relações que seriam custosos de reconstruir a cada requisição ao RPC.
O índice é uma representação derivada da rede. Sua utilidade depende de regras de transformação corretas e do progresso da indexação. Consultar um dado via GraphQL não demonstra que ele corresponda ao último bloco nem substitui a verificação do estado quando se prepara uma operação crítica.
Como funciona
Um subgraph inclui um manifesto com fontes e handlers, um esquema de entidades e mappings normalmente escritos em AssemblyScript. Os handlers processam as informações e atualizam as entidades. Define-se a partir de qual bloco começar e como relacionar eventos a identificadores estáveis.
O Graph Node é implementado principalmente em Rust. É possível operar infraestrutura própria ou usar os serviços disponíveis no ecossistema, conforme a implantação. A cobertura de redes e capacidades deve ser consultada para o destino escolhido; uma lista histórica de redes não garante suporte em qualquer modalidade de publicação.
O que The Graph oferece
Um histórico de depósitos pode guardar cada movimentação e manter agregados por conta. A aplicação consulta páginas de resultados e exibe a referência da transação para investigar divergências. Os identificadores evitam colisões entre eventos de uma mesma operação e permitem relacionar entidades sem depender da ordem visual da interface.
As consultas podem incorporar informações sobre o bloco indexado e erros. O produto precisa decidir quando exibir dados com atraso e quando avisar que uma visão não está atualizada. Para análises reproduzíveis, convém fixar a referência de bloco nas consultas que devem descrever o mesmo estado.
Limitações e critérios de escolha
Os mappings têm restrições de execução e determinismo; não equivalem a um backend que consulta qualquer API privada e executa tarefas arbitrárias. Se for preciso combinar lógica de negócio sensível com dados externos, um indexador próprio ou uma arquitetura complementar pode ser mais adequado.
Alterar o esquema ou a lógica pode exigir reconstruir o índice e revisar os consumidores. O orçamento inclui consultas, indexação e operação conforme a modalidade usada, sem assumir uma tarifa universal. A escolha se apoia no modelo de dados, na latência tolerada e na capacidade de detectar resultados incompletos ou desatualizados.
Também conhecido como
- Subgraph
- GRT
- Graph Protocol





