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The Graph

The Graph indexa dados blockchain em subgraphs consultáveis com GraphQL. Permite modelar históricos e agregados, com atenção às regras de transformação, ao progresso da indexação e à coerência do bloco consultado. A aplicação usa esses índices para visões históricas e verifica se seus dados estão suficientemente atualizados para cada decisão.

Escrito por Isaac GonzálezAtualizado em 11 de outubro de 2026

Pontos-chave

  • The Graph transforma dados de rede em entidades que podem ser consultadas com GraphQL.
  • Um subgraph define quais eventos são indexados e como os resultados são organizados.
  • A aplicação precisa prever atrasos de indexação e mudanças no esquema.

O que é The Graph?

The Graph fornece ferramentas e infraestrutura para indexar dados blockchain e consultá-los por meio de GraphQL. Um subgraph define como transformar informações de uma rede em entidades que uma aplicação pode consultar. Isso facilita históricos, filtros e relações que seriam custosos de reconstruir a cada requisição ao RPC.

O índice é uma representação derivada da rede. Sua utilidade depende de regras de transformação corretas e do progresso da indexação. Consultar um dado via GraphQL não demonstra que ele corresponda ao último bloco nem substitui a verificação do estado quando se prepara uma operação crítica.

Como funciona

Um subgraph inclui um manifesto com fontes e handlers, um esquema de entidades e mappings normalmente escritos em AssemblyScript. Os handlers processam as informações e atualizam as entidades. Define-se a partir de qual bloco começar e como relacionar eventos a identificadores estáveis.

O Graph Node é implementado principalmente em Rust. É possível operar infraestrutura própria ou usar os serviços disponíveis no ecossistema, conforme a implantação. A cobertura de redes e capacidades deve ser consultada para o destino escolhido; uma lista histórica de redes não garante suporte em qualquer modalidade de publicação.

O que The Graph oferece

Um histórico de depósitos pode guardar cada movimentação e manter agregados por conta. A aplicação consulta páginas de resultados e exibe a referência da transação para investigar divergências. Os identificadores evitam colisões entre eventos de uma mesma operação e permitem relacionar entidades sem depender da ordem visual da interface.

As consultas podem incorporar informações sobre o bloco indexado e erros. O produto precisa decidir quando exibir dados com atraso e quando avisar que uma visão não está atualizada. Para análises reproduzíveis, convém fixar a referência de bloco nas consultas que devem descrever o mesmo estado.

Limitações e critérios de escolha

Os mappings têm restrições de execução e determinismo; não equivalem a um backend que consulta qualquer API privada e executa tarefas arbitrárias. Se for preciso combinar lógica de negócio sensível com dados externos, um indexador próprio ou uma arquitetura complementar pode ser mais adequado.

Alterar o esquema ou a lógica pode exigir reconstruir o índice e revisar os consumidores. O orçamento inclui consultas, indexação e operação conforme a modalidade usada, sem assumir uma tarifa universal. A escolha se apoia no modelo de dados, na latência tolerada e na capacidade de detectar resultados incompletos ou desatualizados.

Também conhecido como

  • Subgraph
  • GRT
  • Graph Protocol
Aplicação na Metlabs

Como conduzimos um projeto com The Graph

Capacidades de desenvolvimento e casos de uso para avaliar como The Graph se encaixa no seu produto.

O que construímos com The Graph na Metlabs

  • Subgraphs sob medida

    Desenvolvimento de subgraphs que indexam exatamente os eventos e entidades de que a sua dApp precisa.

  • Integração GraphQL no frontend

    Queries tipadas em React/Next.js com codegen para evitar desalinhamentos com o schema.

  • Caso de uso

    Histórico de transações de uma dApp

    Histórico de eventos selecionados com filtros, paginação e referência do bloco indexado.

  • Caso de uso

    Painel de métricas de protocolo

    Subgraph que alimenta um leaderboard ou dashboard de um protocolo em tempo quase real, sem manter um banco de dados próprio.

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